terça-feira, 17 de outubro de 2017

Ajuda às vitimas do furacão em Porto Rico

Para ajudar as vítimas do furacão que devastou Porto Rico, o Incubus através da Make Yourself Foundation esta vendendo uma edição limitada de foto autografada, onde todo o dinheiro arrecadado será revertido para essa causa. Mais informações nesse link


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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Shows de Las Vegas adiados para 2018

Por conta da tragédia que aconteceu no último fim de semana em Las Vegas, os próximos shows que o Incubus faria, foram adiados. Seriam 5 shows (dias 7, 8, 11, 13 e 14/10) no The Joint at Hard Rock Hotel. As novas datas para 2018 ainda serão anunciadas. Abaixo o comunicado oficial e o video que a banda compartilhou no instagram

O último show marcado para esse ano, será em Monterrey (México), dia 28 desse mês.




video



quinta-feira, 5 de outubro de 2017

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Entrevista com Jose - Tenho mais Discos que Amigos

Entrevista feita com Jose no Rock in Rio, para o site Tenho Mais Discos que Amigos!

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O incrível dia em que Larissa Conforto (Ventre) entrevistou Jose Pasillas, do Incubus.
A convite do TMDQA!, a baterista encontrou uma de suas maiores influências. 

Por: Tony Aiex. 

Fotos por Lucas Dumphreys


2017 foi ano de Rock In Rio no Rio de Janeiro e no último final de semana uma das bandas a se apresentarem por lá foi o sempre sensacional Incubus.

O grupo californiano veio divulgar seu mais recente álbum, 8, e quando nos foi oferecida a oportunidade de realizar uma entrevista com algum integrante do grupo, nós pensamos em realizar um encontro de dois bateristas incríveis, e deu certo.

Larissa Conforto, baterista da Ventre, sempre foi muito fã de Incubus e não esconde de ninguém que José Pasillas é uma de suas maiores influências. Fizemos o convite, ela aceitou e o resto desse encontro incrível você pode ler logo abaixo, nas palavras da própria.


O dia em que conheci José Pasillas, e foi tudo culpa do TMDQA <3

Larissa Conforto, baterista da Ventre, sempre foi muito fã de Incubus e não esconde de ninguém que José Pasillas é uma de suas maiores influências. Fizemos o convite, ela aceitou e o resto desse encontro incrível você pode ler logo abaixo, nas palavras da própria.

Oi, meu nome é Larissa Conforto e eu sou baterista.
Foram muitos anos tocando bateria e dando rolê com banda até eu conseguir afirmar que essa é minha profissão. Eu comecei a gostar de música ouvindo Nirvana e foi assim que aprendi inglês: eu tinha um caderno onde transcrevia as letras em inglês, e traduzia frase por frase usando um dicionário. E foi assim que aprendi muita coisa na vida, inclusive bateria.

Comecei aos 13 com aulas compartilhadas na escolinha no Rio, mas num dado momento entendi que estudar música é ESCUTAR música. Os anos 2000 trouxeram o new metal e outros estilos e com ele meus novos “professores”, que iriam me influenciar pro resto da vida, entre eles: José Pasillas do Incubus (a lista também tinha Abe Cunningham do Deftones, o Dominic do Muse, canhoto como eu, e é claro que não faltaria o Phil do Radiohead – eles me ensinavam que o rock era bem mais que tum-tum-pá).

Em 2006 o Incubus divulgava o Light Grenades e eu já planejava minha tatuagem de granada, embora meu álbum favorito continuasse sendo o Morning View. Fui no show do Metropolitan, de caravana. Chorei em “Love Hurts”.

Em 2009 me inscrevi pra um programa de TV, um reality show de música, que exigia um vídeo meu tocando uma música. Corri pro mercadinho São José (quem já foi sabe), pra gravar com minha CyberShot o vídeo que garantiria minha entrada no programa: “Nowhere Fast” do Incubus. A bateria que eu mais gostava no mundo.

No ano seguinte, SWU. Grande dia, os melhores bateristas do planeta juntos no mesmo festival. Foi lá que eu vi o Mars Volta, o Rage Against The Machine, Pixies, o Queens Of The Stone Age pela primeira vez e meu segundo show do Incubus. Chorei em “The Warmth” e vi minha cara inchada e vermelha no telão. Sonhei com o dia em que tocaria num festival como aquele, o dia que teria a oportunidade de conhecer meus ídolos como igual, falar de música, de bateria.

Oito anos, vinte bandas e alguns discos gravados depois, estou eu no Rock In Rio. Claro que não no palco principal, nem no line-up oficial, mas vamos nessa, a cada oportunidade uma lição aprendida. Lá fui eu integrar a CocaCola FM Band, banda formada por 4 baterias, 5 guitarras, 2 baixos, 1 teclado e 50 fãs cantores. 5 sets por dia, de 16h30 às 00h. No meio da loucura de ensaios pinta um teste pra um comercial, uma baterista “mulher”. Lá fui eu gravar um solo de bateria trocando de roupa, pra uma campanha de internet de uma marca patrocinadora do evento.

Quando eu fui ver, estava solando no telão do palco mundo, entre os shows. E na TV também. Puta merda…
Eis que pinta um áudio de WhatsApp. O TMDQA! queria que músicos brasileiros entrevistassem os músicos de fora que vinham pro RiR, lembraram que eu estaria no festival, e me propuseram entrevistar o Incubus.

Eu e meu inglês do Nirvana. Eu que não sou jornalista, que morro de vergonha de falar com os artistas que encontro em backstage.
Claro que eu topei. Eu e minha grande cara de pau.
Demorou até confirmar, o assunto foi morrendo e eu achei que não ia mais rolar. Nem me preocupei em treinar o inglês, estudar a fundo o disco novo, nada.

Dois dias antes do show deles, uma resposta: “Confirmado: 18h na sala de imprensa, você tem 10 minutos.” Era de manhã e eu tava indo pegar a van que levava a equipe da Coca Cola. Passei mal. A pressão baixou.

A Rocinha entrou em guerra, a cidade parou, todo mundo com medo, pânico total. Eu tava morta. Exausta de tantos dias dormindo poucas horas, mas entre um set e outro parei pra escrever minhas ideias, o que eu gostaria de saber sobre meu grande ídolo.

A equipe da Coca inteira se mobilizou. Todo mundo leu as perguntas, opinou, me ajudaram a imprimir o roteiro… Tony (seu lyndo) me ajudou com o Inglês e o “TENHOMAISDISQUÊS”, Daniel e Nathália [Pandeló Corrêa, casal que trabalha com a Ventre] me acalmaram e apoiaram via áudio de WhatsApp… até que chegou o dia.

Não dormi.

Duas da tarde e eu ainda revisando as perguntas. Não comi.
Pedi pro roadie deixar minha bateria invertida para destros, pro caso de eu não conseguir voltar pro segundo set.

17h, lá fui eu. Toda suada pós show, minhas baquetas desgastadas na bolsa. Eu lia em voz alta aquelas perguntas e me sentia uma doida. Como fui topar um troço desses?

Cheguei na sala de imprensa e me levaram pro Palco Mundo. Eu tava entrando no camarim do Incubus, e eles tavam dentro. Da janela eu vi o Mike e o Ben. Mike saiu pra falar com outra repórter e alguém diz “she goes with José, right?” Engoli seco.
Desse momento até o segundo em que ele abriu a porta sorrindo, a eternidade.

“Hey José!”
Quase morri.

12 minutos e alguém cutucava pedindo pra acabar. E ele acenava com a mão para esperarem, me perguntava onde eu tava tocando, a que horas, como funcionava essas quatro baterias tocando ao mesmo tempo. Tirou sarro da minha baqueta surrada de rimshot (uma técnica de bateria que você usa o aro e a pele ao mesmo tempo, aquela conhecida por quebrar as baquetas) enquanto autografava o par. Agradeceu o presente – cinco camisas da Ventre, de todos os tamanhos – “se não gostar não usa”.
E agora eu só quero que esse dia se repita todos os dias, tipo aquele filme do Bill Murray.


Antes que vocês comecem a ler os 12 minutos mais incríveis da minha vida, fica aqui meus sinceros agradecimentos ao TMDQA!, com meu eterno jargão: PARABÉNS, OBRIGADA e DESCULPA. Tomara que vocês gostem tanto quanto eu. 

Larissa Conforto: O nome do nosso site é Tenho Mais Discos que Amigos, que faz referência ao carinho que nós temos pelas músicas que amamos. Você também tem esse sentimento? Tem algum álbum que sempre foi especial para você?

Pasillas: Sim, tem um monte de álbuns com os quais eu tenho uma grande conexão afetiva! Muitos são do tempo que eu era mais novo, vai desde Purple Rain (Prince) e Graceland do Paul Simon, até coisas que os meus pais escutavam e as músicas que eu cresci ouvindo, as quais me encorajaram muito a tocar bateria e estar numa banda. Muitas coisas foram do começo dos anos 90. Em geral, muita música alternativa, como Primus, Rage Against The Machine, SoundgardenPearl Jam foi uma grande influência. Então, todos esses álbuns eu ainda escuto até hoje e eles continuam sendo muito importantes para mim tanto hoje quanto quando eu era mais jovem.

Larissa Conforto: A bateria é na verdade um conjunto de instrumentos. Uma vez me perguntaram em uma entrevista qual era a minha peça preferida no kit da bateria, aquela que mais me representava. Eu adorei ter que pensar na bateria sob essa perspectiva, então vou fazer essa mesma pergunta pra você. Qual o instrumento do seu drumset que te guia, aquele que te define?

Pasillas: Hmmm essa é difícil. Seria o bumbo ou a caixa, porque o bumbo é tipo a base de tudo pra mim, mas a caixa é a que soa mais alto, é caótica e está presente em tudo, sabe? E é assim que é na minha cabeça… então, é como se o bumbo fosse o meu coração e a caixa, o meu cérebro. Eu não saberia como separá-los (risos). 

Larissa Conforto: Mas você usa duas caixas, estamos falando de qual delas? A de 14 ou a de 13 polegadas?

Pasillas: A de 14, sempre.  Ela é a principal (com os olhos brilhando).

Larissa Conforto: Você acredita em astrologia?

Pasillas: Hmm… não tenho certeza. Quer dizer, eu realmente sinto que tudo ao nosso redor (no universo) afeta tudo que existe aqui, sabe? O universo está todo conectado. Então planetas, estrelas e tudo mais estão todos sincronizados numa dança, então eu realmente acredito que estamos todos conectados de alguma forma. Mas eu não sei muito sobre isso. 

Larissa Conforto: Deixa eu te contar uma coisa: eu e você somos taurinos e bateristas. Esse lugar está prestes a explodir (Risos). Quando eu soube do seu signo eu pensei “agora tudo faz sentido”.

Pasillas: Ah é?! (risos) Eu me identifico bastante com o signo de Touro, sim. As características se aplicam muito bem a mim.

Larissa Conforto: Você foi um dos fundadores do Incubus em 1991, e naquele mesmo ano acontecia a segunda edição do Rock in Rio. Já são quase 27 anos. Como é para você estar na ativa por tanto tempo, tendo a oportunidade de tocar para plateias de mais de 100 mil pessoas, finalmente tocar na edição do Rio, pela primeira vez? Quais conquistas vocês têm pela frente?

Pasillas: É uma honra tocar num festival que nós sempre quisemos participar. Há poucos grandes festivais que ainda não fizemos parte. A gente vem fazendo turnê pelo mundo todo há muitos anos e este era um dos festivais em que nunca havíamos tocado. Tem o Coachella e um outro de Los Angeles que também nunca tocamos, então são alguns poucos que a gente ainda adoraria tocar. A gente tocou no Rock in Rio em Portugal e na Espanha, mas não é a mesma coisa, né? Agora a gente está aqui no Rio, tocando no Rock in Rio, isso é muito emocionante. Isso faz parte desse mundo, dessa carreira que escolhemos. Nunca deixo de me encantar com a ideia de ir aos lugares que temos que ir para fazer o que fazemos. Eu me sinto muito sortudo por isso, muito privilegiado.

Larissa Conforto: E por falar em festival, o último show de vocês que eu vi foi em um deles, o SWU em 2010. Aquele dia foi  insano. Tipo “o dia dos bateristas”, tinha Igor Cavalera, Mike Portnoy…

Pasillas: Ele estava tocando o Avenged Sevenfold, não foi? É, eu não tenho muita familiaridade com a música deles (risos).

Larissa Conforto: Sim, e ainda tinha o Queens of the Stone Age com Joe Castillo!
Pasillas: Sim, é verdade, eram grandes bateristas reunidos. Foi incrível!

Larissa Conforto: Ainda sobre o assunto, como vocês preparam o setlist para os shows como esse, em festivais? São 8 álbuns de estúdio sem contar os EPs entre eles…

Pasillas: É complicado. Especialmente quando temos um tempo curto de apresentação, de uma hora (NR: foi o tempo que eles tocaram no palco do RiR) o que é muito pouco pra gente. Tentamos colocar um pouco de cada álbum, o que é difícil, porque nós temos muitas músicas. Nós fazemos uma espécie de esqueleto do repertório no qual a gente encaixa músicas de diferentes álbuns, mas essa é realmente a parte mais complicada: a gente normalmente começa com um setlist de umas duas horas – que normalmente tocamos em um show como atração principal – e daí vamos cortando para caber num set mais curto. É complicado, porque a gente tem umas 80 ou 90 músicas, provavelmente. E tem um monte de singles que são populares, um monte de músicas que gostamos de tocar individualmente… mas acho que acabamos fazendo um bom trabalho, ao fazer um repertório sólido e divertido não apenas para a gente, mas para o público também.

Larissa Conforto: E por que vocês nunca tocam “Nowhere Fast”?

Pasillas: Engraçado que a gente vinha ensaiando essa música! Eu adoro tocá-la. Na verdade, vínhamos planejando sua inclusão nos últimos ensaios, então vamos estar prontos para tocá-la em breve.

Larissa Conforto: Pelo amor da deusa, voltem para o Brasil para um show inteiro e toquem essa! <3

Pasillas: Tá certo, tá anotado (muitos risos).

Larissa Conforto: O mundo vive um momento bastante complexo. Trump foi eleito nos Estados Unidos e vem propagando um discurso de segregação, seu nome tem sido associado ao fascismo e agora estamos à beira de uma guerra com a Coreia do Norte. Você tem raízes mexicanas e também é um cidadão americano. Como você vê tudo isso? Qual você acha que seria o papel da arte, especialmente a música, em momentos como esse?

Pasillas: Um monte de papeis diferentes. Pode ser uma fuga, como para se desconectar do que está acontecendo, mas também para se expressar. É bastante embaraçoso o que está acontecendo nos Estados Unidos. Nós, sendo americanos, e vindo de lá e assistindo o que está acontecendo é muito, muito vergonhoso. É triste. Tenho esperança de que as coisas melhorem, porque já está tão ruim que só pode melhorar; mas também pode piorar um pouquinho mais antes de melhorar. Eu não sei. Música para mim significa ser fiel ao que eu acredito e faço. Tocar música para mim é um ato de rebeldia, é esse tipo de mentalidade punk rock que eu cresci defendendo, coisa que ainda fazemos até hoje, o que é bastante incrível. Mas acho que na música é importante não apenas escutar o som do seu estilo musical favorito, mas a letra tem grande importância também. As letras do Brandon (Boyd) em particular, são cheias de esperança. Há uns certos tons escuros em suas letras também, mas em sua maior parte elas há muito otimismo e nossa música também é bastante positiva. Então acho que a música é muito importante por diferentes razões.

Larissa Conforto: Magalomaniac se tornou um hino em referência ao governo Bush, mesmo que não tenha sido feita com essa intenção. Eu senti a mesma atmosfera em “Love in Times of Surveillence” do novo álbum, “8”. Tem alguma coisa a ver com isso, com esse cenário político?

Pasillas: De uma maneira distante, talvez. Ela fala mais sobre os dias atuais, em que estamos sob uma vigilância disfarçada, sabe? Nossos celulares, todo aplicativo que utilizamos capta todas as nossas informações, não importa onde você vá.

Larissa Conforto: Bem “1984” (O Livro que deu origem ao termo “Big Brother”), não é?
Pasillas: Sim, totalmente, 100%. Muitos de nós estamos dispostos a dar um OK para que isso aconteça, sem nem parar pra pensar. Tudo tem uma longa lista seguida de um “discordo” ou “concordo” e todo mundo aperta “concordo” sem ler nada. Então, não importa o que a gente faça, ou aonde a gente vá, sempre tem alguém observando. A análise positiva (da música) é que o amor passa por cima de tudo isso, não importa se estamos em uma era de vigilância, não importa o quão ruim as coisas fiquem, o amor é o que mantém as pessoas protegidas. É uma mensagem importante, não acha?

Larissa Conforto: Certamente. Muito obrigada José, foi um prazer imenso te conhecer. Arrase hoje, destrua tudo no palco!

Pasillas: Muito obrigado, você também!



sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Último show na América do Sul

Ontem teve o último show (setlist abaixo) na América do Sul, em Buenos Aires, Argentina.
Agora eles seguem de volta para os Estados Unidos, onde tem 3 shows na próxima semana (incluindo o clássico Red Rocks na próxima terça), antes dos 5 que farão em Las Vegas e encerram o ano.  Aqui todas as datas da turnê.
O próximo passo deverá ser a turnê mundial de divulgação do disco em 2018.

Acompanhe as notícias da turnê também na nossa página do facebook.



quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Brandon sobre o Rock in Rio

Brandon deu uma entrevista para o programa Dave & Mahoney da rádio x107.5 de Las Vegas, onde falou sobre o Rock in Rio.
Disse que é surreal tocar com bandas tão legendárias como o Guns N' Roses e The Who.
Que o público foi incrível, (apesar de saber que a grande maioria estava lá pelo Gun’s and Roses), provavelmente foi a maior platéia pra quem tocaram até hoje, que nunca viu tanta gente em um só lugar numa noite, era impossível ver o fim da multidão. Disse que ouvir as pessoas cantando suas músicas, é provavelmente a sensação mais legal do mundo.
Falou que quando o Gun’s and Roses entrou no palco, foi como se o Papa tivesse entrado.
Um dos entrevistadores perguntou se seria ruim para o Gun's se enquanto estivessem tocando ‘Welcome to the Jungle’ eles invadissem o palco e roubassem a cena, e ele disse que eles brincaram no backstage que iriam fazer isso. 

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Show no Rock in Rio

Passado toda a empolgação do show maravilhoso do Incubus no Rock in Rio, juntamos aqui: setlist, algumas matérias, entrevistas e fotos do show. Agora eles estão em Santiago (Chile), onde tocam amanhã, de lá seguem para Buenos Aires (Argentina), onde encerram a passagem deles pela América do Sul com um show na quinta feira (28/9).

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Jose e Mike no backstage do Rock in Rio





Entrevista do Brandon para o Multishow




Multishow




G1




Folha de São Paulo



Portal ROCKline





Tenho Mais Discos que Amigos



Site Rock on Board




Fotos
















segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Turnê na América do Sul

Na última sexta (15/9), aconteceu o primeiro show da parte sul-americana da turnê em Quito (Equador) no festival Rock and Shout. O setlist curto (abaixo) pode ser uma ideia do que teremos por aqui no Rock in Rio.
Ontem teve show em Bogotá (Colômbia), aqui o setlist. Agora a banda segue para Lima (Peru) e depois Assunção (Paraguai) antes de chegar para o Rock in Rio. Aqui todas as datas da turnê

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Setlist do show no Festival Rock and Shout - Quito, Equador



quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Brandon no G1

Matéria com Brandon no G1.

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Vocalista do Incubus detona Trump 'megalomaníaco' e dedica hit ao presidente: 'EUA são melhores que ele'

Faixa 'Megalomaniac' era vista como ataque a George W. Bush e voltou aos shows da banda, que toca no Rock in Rio. Ao G1, Brandon Boyd condena letras misóginas: 'não caímos nessa'.

Por Cauê Muraro, G1




Em janeiro, Brandon Boyd participou da "Marcha das Mulheres" que reuniu milhares nos Estados Unidos em protesto contra posicionamentos sexistas do presidente Donald Trump. Orgulhoso, Boyd postou fotos no Instagram. Como odiadores estão aí mesmo é para odiar, vieram críticas. E ele respondeu com textão: "Oi, eu sou Brandon. Eu canto em um grupo de rock chamado Incubus. Já chegaram a ouvir minhas letras? Não seja um cheira peido, apenas pare de me seguir. É fácil!".
O comentário resume o estilo de combate deste artista que se diz contra letras misóginas (do rock, do pop etc.) e contra Trump. "Realmente acredito que nós não vamos longe em nosso desenvolvimento social se brigarmos uns com os outros", afirma ele em entrevista por telefone ao G1.

O presidente é um alvo preferencial deste cantor que faz o tipo galã consciente e totalmente favorável ao ato de tirar a camisa no palco. Em 2004, a banda lançou a música "Megalomaniac", que todo mundo achava ser contra o então ocupante da Casa Branca, George W. Bush. Não era exatamente, mas tudo bem. "É interessante, agora, como a história está se repetindo, e a música se tornou relevante de novo", reconhece Boyd, aos 41 anos.
O hit até voltou aos shows "na esperança de lembrar às pessoas de que podemos ser melhores do que Trump e do que a administração de merda dele". A banda, que lançou neste ano o disco "8", que tem produção do Skrillex, deve tocar a faixa no Rock in Rio, onde se apresenta no dia 23.

Surgido em 1995 fazendo algo que poderia ser enquadrado nas definições "metal alternativo", "funk metal", "rap metal" e até "nu metal" (maldade...), o Incubus é famoso pelo repertório estilão pesado misturado com algumas baladas. Nas letras, o que Boyd chama de "enfrentamentos internos". O mais recente foi uma separação (ou quase) após dez anos de relacionamento. Ele explica o caso na entrevista a seguir, que teve participação (via latidos ao fundo) de Bruce, o cachorrinho da foto acima:

G1 – Em março você postou fotos participante de uma marcha pelo direito das mulheres em Los Angeles. Qual a importância, como artista, de apoiar esse movimento?
Brandon Boyd – Sim, eu estava no centro de Los Angeles. Tinha um monte de coisa envolvida – não foi só em solidariedade ao movimento das mulheres. Também foi por oposição ao Trump, à administração dele, as ideias, as ideologia e todo o resto...

"É realmente interessante viver esta época nos Estados Unidos, porque a maioria dos americanos estão completamente horrorizados com a eleição dele [Trump], a maioria dos americanos faz total oposição às ideias dele."

A maioria das pessoas não votaram nele, mas contra. E ele ganhou por causa do sistema de colégios eleitorais. Então, foi em solidariedade aos meus irmãos e irmãs por aí. Mas também foi uma bela oportunidade para andar por Los Angeles com meus irmãos, fotografar meus amigos e testemunhar um momento em que todo mundo estava compartilhando pensamentos e ideias, sabe?
Foi uma tarde muito linda mesmo, um dia incrível. Um grande encontro, ninguém foi preso.

G1 – Você também mandou um recado a alguns seguidores que criticaram e perguntou: 'Já chegaram a ouvir minhas letras?'. Anos atrás, você já tinha falado a diferença do Incubus para outras bandas do new metal é elas têm letras misóginas e vocês não. Acha que tem a missão de lutar contra esse tipo de letra?
Brandon Boyd – Eu não diria isso necessariamente – que a missão é lutar contra essas questões. Realmente acredito que nós não vamos longe em nosso desenvolvimento social se brigarmos uns com os outros. Acho que as melhores ideias ganham. Não acho que você precise realmente brigar. Precisa apresentar ideias melhores, que no fim acabam vencendo.
Para mim, a música, a arte é um veículo tão poderoso... Porque sei, a partir de minha própria experiência, que a música me afetou muito profundamente. A música ajudou a dar forma a quem sou psicologicamente, espiritualmente, emocionalmente.

"Tem um monte de música pop que é profundamente misógina. Tem certos elementos que a cultura musical meio que aceitou. Tudo bem, mas não é realmente meu modus operandi."

Eu quero mais dos meus artistas favoritos. Quero que eles desenvolvam o modo como tendo a continuar pensando criticamente e que eles continuem seguindo adiante com essas ideias.

"Acho que somos melhores do que isso, melhores do que misoginia, sexismo (risos). Acho também que nós sabemos como não caímos nessa."


G1 – Muitas pessoas achavam que ‘Megalomaniac’ era sobre o George W. Bush, mas você já disse que ela era sobre um personagem chamado El Guapo em um filme chamado ‘Three amigos’. Era isso mesmo? E agora a música parece ter ficado relevante de novo, com o Trump...
Brandon Boyd – 
(Risos) Sim, sim, mas eu estava brincando quando falei aquela história do El Guapo. A música é sobre uma pessoa em específico que encontrei uma vez e que causou uma impressão negativa em mim.
A música se tornou, para muitos dos ouvintes, um libelo contra a administração Bush. É engraçado, o jeito que penso sobre música não passa por ditar às pessoas como as pessoas devem interpretaram as canções. Deixo as pessoas fazerem isso por elas mesmos.
E, depois, quando fizemos o clipe, deixamos a diretora do vídeo, Floria Sigismondi, interpretar a música – e, para ela, tinha muito a ver com George W. Bush e o regime dele. Mas é interessante, agora, como a história está se repetindo, e a música se tornou relevante de novo.

"Nós não estávamos tocando 'Megalomaniac' nos shows com tanta frequência, mas vamos tocar bastante, tenho certeza (risos). Na esperança de lembrar às pessoas de que podemos ser melhores do que Trump e do que a administração de merda dele."

G1 – É verdade que as músicas do novo disco do Incubus, ‘8’, foram influenciadas, em parte, pelo fim de uma longa relação amorosa? Foi difícil escrever as letras?
Brandon Boyd
– Muito mais difícil, sim. Escrever músicas, letras e pinturas – faço essas coisas porque curto, porque elas me dão um senso de realização à minha vida. Mas porque realmente é como sei processar minhas experiências, desde que sou um garotinho.

"Na verdade, até onde posso me lembrar, escrever as coisas no papel, fazer pinturas e desenhar era porque eu tinha dificuldade explicando precisamente à minha família e aos meus amigos as coisas que estava enfrentando internamente. Foi assim que aprendi a desenhar e escrever."

Acho que a maioria das pessoas que gravitam ao redor de atividades criativas fazem isso porque querem encontrar a melhor forma de exteriorizar um processo interno. Para mim, foi assim a vida inteira. Quando estava escrevendo “8”… Não foi um término tradicional de relacionamento. Basicamente, não era uma relação tradicional.
Eu estava em uma relação romântica com minha melhor amiga por quase dez anos. Não teve a ver como o fim do amor e a separação, blábláblá, aquela velha história de sempre... Ainda amamos muito um ao outro, então meio que estamos mesmo nos desligando [no original: unholding].
Para definir com precisão o que estamos passando (risos), o termo que se usa hoje dia nos Estados Unidos Unidos – e as pessoas meio que reviram os olhos por causa dele – é “ucoupling” [aqui pode ser entendido como “seperação amigável” ou “separação consciente”].
Nós meio que deixamos de ser um casal, levou muito tempo – e aconteceu que o Incubus estava fazendo um disco enquanto aquilo tudo estava rolando. Mas ela certamente ainda é minha melhor amiga no mundo, o que é fantástico. Só não somos mais um casal.

G1 – O que você espera do show do Incubus no Rock in Rio?
Brandon Boyd
– Eu estou incrivelmente animado. Na verdade, não acho que o Incubus tocou no Rock in Rio do Brasil. Nós fizemos Rock in Rio, mas não me lembro se tocamos na edição do Brasil.

G1 – Não tocaram...
Brandon Boyd
– Estamos ansiosos, sei que é uma das maiores festas do Brasil (risos). Vai ser legal fazer parte disso.

G1 – O Incubus vão tocar antes de The Who e Guns N’ Roses. O que acha disso?
Brandon Boyd
– Vai ser incrível. Já tocamos com The Who e Guns N’ Roses. Quando tocamos com Guns foi antes de o Slash voltar. E tocamos com The Who em um show do canal VH1 [em 2008], tinha Pearl Jam, Tenacious D...

"Foi incrível, encontrei com o Roger Daltrey [vocalista do Who], tomei vodca com ele e foi uma noite realmente boa (risos)."


Vai ser legal encontrar os caras de novo. The Who é, obviamente, um dos fundadores do rock’n’roll, sabe? É um honra tocar com eles.

G1 – O Incubus começou em 1991. Como você compara o começo da banda e sua fase atual?
Brandon Boyd
– Humm. Em certo sentido, somos o mesmo grupo de garotos que adoram ficar numa sala junto e tocar realmente alto, tentando afetar os outros com nossas habilidades individuais (risos). Mas, em vários outros sentidos, não somos os mesmos, tudo mudou. Éramos adolescentes, e hoje tenho 41 anos. Parece que foi em outra vida.
Quando começamos a banda, não tínhamos nenhuma responsabilidade, era só lição de casa depois da escola, um empreguinho em um café ou coisa assim. Não tínhamos preocupação, filhos...

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Novos ingressos para o Rock in Rio

Atenção quem não conseguiu comprar ingresso pro Rock in Rio!

Amanhã (dia 8 de agosto) a partir das 19h, serão colocados à venda alguns ingressos no site do Rock in Rio. São ingressos que foram reservados para pagar em boleto bancário, mas não tiveram o pagamento efetuado. Então se você não conseguiu o seu ingresso, fique ligado que amanhã tem mais uma chance, talvez a única.






segunda-feira, 31 de julho de 2017

Sorteio de Aquecimento

Estamos a menos de dois meses da vinda do Incubus ao Brasil! Que tal aquecer com um sorteio? Temos esses dois cards assinados pela banda pra você!

Pra concorrer, 3 passos: curtir a nossa página no facebook, compartilhar essa foto e preencher o formulário. Daí é só torcer!
Regras:
- O sorteio será no dia 22 de agosto, às 21h. Estão concorrendo todos os posts feitos até esse dia e horário, desde que a pessoa more no Brasil.
- Serão considerados somente os compartilhamentos feitos de maneira pública no Facebook - não esqueça de mudar a configuração do post pro mundinho, hein?
- Uma pessoa vai ganhar os dois cards. Vamos entrar em contato com o sorteado por e-mail e anunciar em nossa página no Facebook, e ele deve responder em até 24h. Caso a pessoa não responda, vamos sortear novamente.






  

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Perguntas e respostas com Brandon e Jose


Brandon e Jose respondem perguntas sobre: sonhos recorrentes, influências artisticas, comidas e outras coisas.

https://www.youtube.com/watch?v=Z6rPhaY27Uw

Começou a '8 Tour'

Ontem aconteceu o primeiro show da turnê 8, em West Palm Beach, Flórida. Aqui o setlist, muitas músicas novas e clássicos. Acompanhe tudo que acontece na turnê, fotos, videos pela nossa página do facebook.
A lista completa com todos os shows e informações da turnê está aqui.



quinta-feira, 6 de julho de 2017

8 Tour começando

É hoje! A '8 Tour' comecará (em West Palm Beach, Florida) e em matéria pra ABC, Brandon promete: músicas novas, antigas e que será uma experiência incrível, maravilhosa, que fará as pessoas quererem voltar mais e mais vezes. 
A lista completa com todos os shows da turnê está aqui.

http://abcnewsradioonline.com/music-news/2017/7/6/brandon-boyd-promises-a-journey-through-the-incubus-catalog.html

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Turnê 2017 (update)

Abaixo a lista completa dos shows já confirmados até agora. Mais informações sobre os locais e ingressos da turnê.

América do Norte

20/05 - KROQ Weenie Roast Y Fiesta - Carson, CA
27/05 - Vans Warped Tour - Toluca, Mexico 
03/04 - Festival Welcome. Staples Center - Los Angeles

06/07 - West Palm Beach, FL -
 Perfect Vodka Ampitheatre 

07/07 - Tampa, FL - Mid Florida Credit Union Ampitheatre
08/07 - Atlanta, GA - Lakewood Ampitheatre 
11/07 - Charlotte, NC - PNC Music Pavillion
12/07 - Bristow, VA - 
Jiffy Lube Live
14/07 - Holmdel, NJ -
 PNC Bank Arts Center
15/07 - Syracuse, NY -
 Lakeview Ampitheater
16/07 - Bethel, NY - 
Bethel Woods Center for the Arts
18/07 -
Mansfield, MA - Xfinity Center
19/07 -
Wantagh, NY - Northwell Health at Jones Beach Theater
20/07 -
Camden, NJ - BB&T Pavillion
22/07 -
Toronto, Canada - Budweiser Stage
23/07 -
Clarkston, MI - DTE Energy Music Theatre
25/07 -
Cleveland, OH - Blossom Music Center
26/07 -
Burgettstown, PA - KeyBank Pavillion
27/07 -
Cincinnati, OH - Riverbend Music Center
29/07 -
Tinley Park, IL - Hollywood Casino Ampitheatre - CHI
30/07 -
Noblesville, IN - Klipsch Music Center
01/08 -
Saint Louis, MO - Hollywood Casino Ampitheatre - STL
02/08 - New Orleans, LA - Bold Sphere at Champions Square
04/08 -
The Woodlands, TX - Cynthia Woods Mitchell Pavillion
05/08 -
Austin, TX - Austin360 Ampitheatre
06/08 -
Dallas, TX - Starplex Pavillion
09/08 -
Salt Lake City, UT - USANA Ampitheatre
11/08 -
Chula Vista, CA - Sleep Train Ampitheatre
12/08 - Ak-Chin Pavillion - Phoenix, AZ
14/08 -
Los Angeles, CA - Hollywood Bowl

15/08 - Fresno, CA - Selland Arena
16/08 -
Mountain View, CA - Shoreline Ampitheatre
18/08 -
Portland, OR - Sunlight Supply Ampitheatre
19/08 -
Seattle, WA - White River Ampitheatre

01/10 - Louisville, KY - Louder Than Life Festival 
03/10 -
Morrison, CO - Red Rocks Ampitheatre  

05/10 - Santa Barbara, CA - Santa Barbara Bowl
07/10 - Las Vegas, NV - The Joint @ Hard Rock Hotel & Casino
08/10 - Las Vegas, NV - The Joint @ Hard Rock Hotel & Casino
11/10 - Las Vegas, NV - The Joint @ Hard Rock Hotel & Casino
13/10 - Las Vegas, NV - The Joint @ Hard Rock Hotel & Casino
14/10 - Las Vegas, NV - The Joint @ Hard Rock Hotel & Casino

América do Sul


15/09 - Quito, Equador - Festival Rock & Shout
17/09 - Bogotá, Colômbia
19/09 - Lima, Peru

21/09 - Assunção, Paraguai - River Sounds Festival 
23/09 - Rio de Janeiro, Brasil - Rock in Rio
 
26/09 - Santiago, Chile 
28/09 - Buenos Aires, Argentina