terça-feira, 10 de outubro de 2023

Tour Internacional 2024

Já temos shows na Ásia e Oceania confirmados para 2024, na Austrália eles acompanharão a banda Live.

02/04 - Nova Zelândia - Christchurch
04/04 - Nova Zelândia - Auckland
06/04 - Austrália - Brisbane, Lookout Festival
07/04 - 
Austrália - Southport, Lookout Festival 
09/04 - Austrália - Wollongon
10/04 - Austrália - Sidney
11/04 - Austrália - Sidney
13/04 - Austrália - Mornington, Lookout Festival  
14/04 - Austrália - Melbourne
17/04 - Austrália - Adelaide
20/04 - Austrália - Hillarys
23/04 - Indonésia - Jakarta
25/04 - Filipinas - Manila
27/04 - Malásia - Kuala Lumpur 
29/04 - Singapura, Singapura
01/05 - Japão - Tóquio


Mais informações sobre ingressos e locais dos shows 
aqui.

Vem acompanhar a turnê com a gente lá no nosso instagram, fotos, videos :)












segunda-feira, 3 de abril de 2023

Tour de verão americana e Internacional - 2023

Ontem aconteceu o primeiro show do ano. Como postamos esses dias, Ben por motivos de saúde ficará um tempo ausente dos shows e das redes sociais para se recuperar. 
Nesses primeiros shows, quem assumiu o baixo, foi a baixista australiana Tal Wilkenfeld, agora na segunda parte de shows, quem substituirá o Ben, é a Nicole Row.

Abaixo a lista dos shows já confirmados para 2023, tour de verão nos Estados Unidos e pelo mundo.
Mais informações sobre os locais e ingressos, aqui.

Enquanto isso, seguimos confiantes de um showzinho por aqui 🙏 , já que eles deram essa esperança pra gente :) vem acompanhar a turnê com a gente lá no nosso instagram, fotos, videos :)


Tour | Estados Unidos

31/01 - Corpus Christi, TX 
02/02 - San Antonio, TX
03/02 - Houston, TX
04/02 - New Orleans, LA
11/05 - Highland, CA
12/05 - Highland, CA
13/05 - Las Vegas, NV
21/05 - Daytona Beach, FL
23/05 - Wilmington, NC
24/05 - Columbia, SC
26/05 - Rogers, AR
27/05 - St Louis, MO
21/07 - Eugene, OR
22/07 - Spokane, WA
25/07 - Sioux Falls, SD
26/07 - Waite Park, MN
28/07 - Indianapolis, IN
29/07 - Cedar Rapids, IA
30/07 - Chicago, IL
01/08 - Cincinnati, OH
02/08 - Grand Rapids, MI
04/08 - WMMS Buzzard Fest - Cleveland, OH
05/08 - Windsor, ON
06/08 - Niagara Falls, ON
08/08 - Asbury Park, NJ
09/08 - Gilford, NH
11/08 - Atlantic City, NJ
12/07 - Grantville, PA
13/08 - Uncasville, CT
15/08 - Moon Township, PA
16/08 - Franklin, TN
18/08 - Camdenton, MO
19/08 - Bonner Springs, KS
20/08 - Oklahoma City, OK
22/08 - El Paso, TX
23/08 - Tucson, AZ
25/08 - Rio Rancho, NM
26/08 - Kubbock, TX
27/08 - Colorado Springs, CO
29/08 - Grand Junction, CO
01/09 - Blackfoot, ID
17/09 - Music Midtown Festival - Atlanta, GA
30/09 - Ocean City, MD
05/10 - Sacramento, CA
06/10 - Los Angeles, CA
03/11 - Las Vegas, NV

Tour | Internacional

28/01 - Costa Rica - Picnic Festival
01/06 - Berlin, Alemanha
02/06 - Rock im Park - Nuremberg, Alemanha
03/06 - Rock am Park - Eifel Nurburg, Alemanha
05/06 - Hamburgo, Alemanha
07/06 - Cracóvia, Croácia
09/06 - Zagreb, Croácia
10/06 - Nova Rock Festival - Nickelsdorf, Áustria
11/06 - Rock for People - Republica Tcheca
13/06 - Zurique, Suíça
14/06 - Milão, Itália
16/06 - Azkena Rock Festival - Vitoria, Espanha
18/06 - Hellfest - Clisson, França
20/06 - Tilburg, Holanda
21/06 - Bruxelas, Bélgica
23/06 - Londres, Inglaterra
24/06 - Cornuália, Inglaterra 








quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Mensagem do Ben

Ben, (que como boa parte de nós fãs sabemos, é um cara bem reservado), postou hoje uma mensagem em suas redes sociais, contando que ano passado logo após a turnê, foi diagnosticado com um tumor cerebral. Ele passou por uma cirurgia bem sucedidada para retira-lo e está bem.

Por conta disso, ele anunciou que ficará afastado das turnês e das redes sociais, para se recuperar. Quem substituirá ele nos próximos shows, é a baixista australiana Tal Wilkenfeld, que já acompanhou músicos como Jeff Beck, Eric Clapton, Mick Jagger.

Abaixo a mensagem traduzida e a oficial postada por ele:

“Infelizmente no ano passado descobri que tinha um tumor cerebral. Assim que cheguei em casa da turnê, fiz uma operação bem-sucedida para removê-lo. Esse ano estou dando um tempo nas turnês e redes sociais para me recuperar.  Minha amiga @talmeastory está assumindo o baixo com @incubusofficial enquanto eu estiver fora.  Não estarei fisicamente nos shows, mas estarei lá em espírito.  Sinto falta de todos vocês e espero que você e seus entes queridos estejam bem e com boa saúde 🖤”




Unfortunately last year I found out I had a brain tumor. As soon as I got home from tour I had a successful operation to have it removed. This year I am taking some time away from touring & social media to recover. My friend @talmeastory is taking over the bass with @incubusofficial while I’m away. I won’t physically be at the shows but I will be there in spirit. I miss you all and I hope you and your loved ones are safe and in good health 🖤”

segunda-feira, 25 de julho de 2022

Turnê de Verão Americana

Começou ontem na Flórida, a turnê de verão americana do Incubus com o Sublime with Rome, que irá até o dia 03 de setembro. A lista completa de shows você encontra aqui e informações sobre ingressos aqui.

Segue a gente lá no instagram e facebook, para acompanhar fotos, videos e tudo mais :)




segunda-feira, 14 de março de 2022

Turnê Americana de verão

Foi anunciada hoje, uma turnê americana de verão com o Sublime with Rome e The Aquadolls.
Mais informações sobre os locais e ingressos, estão no site oficial.

 


Echoes & Cocoons

O disco novo do Brandon "Echoes & Cocoons" foi lançado na última sexta (dia 11 de março), e já está disponível para ouvir em todas as plataformas digitais, link aqui
Além do disco, os clipes que já foram lançados, você encontra no canal do Brandon no youtube.


 


segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Brandon e o novo disco solo ‘Echoes And Cocoons’

 Matéria traduzida do site NME.


Brandon Boyd do Incubus fala sobre o novo álbum solo ‘Echoes And Cocoons’



O frontman atualiza a NME sobre o status do próximo álbum do Incubus e revela que tem um novo disco solo a caminho, produzido por John Congleton.

Enquanto os fãs do Incubus aguardam a chegada de um novo álbum, o vocalista Brandon Boyd contou à NME que terminou de gravar um novo LP solo, que deve sair em fevereiro.

A notícia veio depois que Boyd disse à NME no ano passado que estava planejando lançar um álbum de covers em que havia trabalhado durante o lockdown. 

“Tenho escrito músicas há 30 anos e nunca lancei um álbum ou EP que fosse apenas interpretando as músicas de outras pessoas. Foi tudo trabalho original", disse ele na época.

As covers seriam quase todas canções escritas por artistas mulheres, o que Boyd explicou não ser intencional. “Eu acho que talvez seja uma coisa de voz. Acho que minha voz está mais nessa faixa do que quando tento imitar a maioria dos cantores masculinos.”




Porém, essa ideia agora se desenvolveu em um álbum solo completo, com material novo - o primeiro desde "Sons Of The Sea" de 2013 - intitulado "Echoes And Cocoons", produzido pelo produtor e engenheiro de som, vencedor do Grammy, John Congleton.

Congleton, que também é o ex-líder da banda de rock alternativo Paper Chase, é mais conhecido por seu trabalho com Phoebe Bridgers, The Roots, St. Vincent e Angel Olsen. Foi seu trabalho com esta última (Angel Olsen) que chamou a atenção de Boyd.

“Eu estava me sentindo muito corajoso uma tarde depois de ouvir o álbum ‘All Mirrors’de Angel Olsen, que é tão bom, e eu pensei,‘Quem produziu isso? É tão incrível '. Eu pesquisei e era esse cara John Congleton. Ele já produziu para todo mundo, mas de alguma forma me escapou até este ponto. Eu estava tipo,‘Vou falar com esse cara e ver o que ele está fazendo’. Então eu falei e ele disse‘ Nada. O que você está fazendo? 'E eu disse:' Você quer escrever algumas músicas juntos? 'Então, seis meses depois, temos um disco solo completo com material original e dois covers. É muito legal. É um álbum muito diferente para mim. E fizemos isso antes mesmo de nos encontrarmos pessoalmente.  Acabamos fazendo isso por telefone, é um registro COVID completo. Foi incrível. ”

'Echoes And Cocoons' foi finalizado por seis meses e Boyd disse que agora está planejando seu lançamento, com o primeiro single definido para sair em 19 de novembro, revelou. 
Então o que vou fazer é lançar um single a cada cinco ou seis semanas e, com sorte, lançar o álbum completo em fevereiro.”

Quanto ao Incubus, o projeto mais recente da banda foi o EP ‘Trust Fall (Side B)’ do ano passado, lançado. Questionado sobre o progresso do próximo álbum da banda, o seguinte ao ‘8’ de 2017, Boyd disse que a banda espera lançar algo na primavera do próximo ano.

“Nós fizemos alguns shows e estamos todos ensaiados e prontos para tocar”, disse Boyd. 
“Nossa intenção é formar um novo grupo de canções, seja um EP ou um LP, não tenho certeza, mas esperamos fazer isso em algum momento da primavera - mas há muita esperança em essa declaração.”

Boyd também deu uma atualização sobre os shows do 20º aniversário do ‘Make Yourself’ no Reino Unido, que deveriam ter acontecido no ano passado, mas foram cancelados devido à pandemia do coronavírus.

“Assim que conseguirmos permissão para viajar para o exterior, iremos. É tão estranho e complicado agora. Estamos morrendo de vontade de vir para a Inglaterra e Europa para fazer shows. Do ponto de vista humano e do ponto de vista turístico, estou morrendo de vontade de voltar para lá. Então, assim que pudermos, nós iremos. ”

No mês passado, o Incubus celebrou o 20º aniversário de seu quarto álbum "Morning View" com uma transmissão ao vivo de uma apresentação completa do álbum, que foi realizada na casa de praia de Malibu (Morning View House) onde o disco foi originalmente gravado.

Falando sobre a decisão inicial de gravar o álbum na casa na Morning View Drive em Malibu, Boyd falou à NME da produção do álbum e como eles queriam se livrar de distrações durante o processo de gravação.


quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Apresentação de comemoração dos 20 anos do Morning View

Pela primeira vez em 20 anos, o Incubus estará de volta à Morning View House em Malibu, para uma apresentação na casa onde foi gravado o icônico álbum Morning View. A banda estará comemorando o aniversário de 20 anos do álbum e irá toca-ló na íntegra.

A apresentação será exibida apenas uma vez (não haverá replay e nem ficará salva). Será a mesma apresentação, exibida em horários diferentes (um para América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia). Verifique antes de comprar o seu ingresso. Mais informações de valores e horários aqui.




segunda-feira, 14 de junho de 2021

Shows de 2021 (update)

Nos Estados Unidos, as coisas vão voltando ao normal. Hoje foram divulgados alguns shows do Incubus por lá. Abaixo a lista dos shows, para mais informações, clique aqui.


31/08 - Saint Augustine, FL

01/09 - North Myrtle Beach, SC

02/09 - Raleigh, NC

04/09 - Bonnaroo

03/10 - Huber Heights, OH

04/10 - Fort Wayne, IL

05/10 - Des Moines, IA

07/10 - Wichita, KS

08/10 - Catoosad, OK


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sábado, 22 de agosto de 2020

Brandon fala sobre Alice in Chains

Matéria traduzida da Spin Magazine. 


Facelift’ completa 30 anos: músicos relembram o álbum de estreia do Alice in Chains. Kim Thayil do Soundgarden, o cantor do Incubus Brandon Boyd, Phil Anselmo e outros comentam sobre o eterno LP de 1990.





















Lembro de ter comprado o ‘Dirt’ porque foi uma das primeiras vezes que fui numa loja de discos perto de minha casa no subúrbio de Los Angeles e comprei ‘Dirt’ do Alice in Chains, ‘Blood Sugar Sex Magik’ do Red Hot Chili Peppers, ‘Nevermind’ do Nirvana,  e o ‘Ten’ do Pearl Jam - tudo de uma vez. Eu tinha acabado de fazer 15 anos, e aquele monte de músicas e muitas coisas em torno disso basicamente levou o meu interesse para a música moderna. Quanto mais me distancio desse momento, mais felizmente percebo que era [dado o que] era popular naquele momento. Eu ainda volto a todos aqueles discos e fico surpreso com o quão bons eles são.


Alice in Chains estava a frente do resto do mundo. Eles foram um desses pioneiros.  Existem momentos mais fortes do que outros no ‘Facelift’, mas o álbum inteiro está realmente onde está. Você tem uma visão completa da banda ouvindo desde o início. “Love, Hate, Love” é uma música tão sombria - para mim, é como a quintessência do Alice in Chains. Uma das minhas primeiras impressões foi: “Isso não é uma música feliz”. Há algo inimitavelmente sombrio e incrível sobre essa banda, porque eles não estavam tentando ser felizes. Parecia um art-rock sombrio, nublado e depressivo para mim, então a mudança de "Love, Hate, Love" para "It Ainn't Like That" para mim é como o golpe duplo mais legal neste álbum. E eu acho que “It Ainn't Like That” é minha faixa favorita do álbum.


Fiquei encantado com a voz de Layne e ainda sou até hoje. Ele tinha uma versatilidade incrível na voz, mas também havia que não se entendia bem na forma como ele a apresentava. Você pode dizer que ele provavelmente poderia cantar melhor do que a forma que ele apresentou, se isso faz sentido. Ele tinha um controle. Ele ia para aqueles vibratos profundos, mas ele iria ferrar com você um pouco, ou é assim que parece. Havia um pouco de atitude punk, que também me atraiu.



sábado, 15 de agosto de 2020

Brandon fala sobre a vida no lockdown, disco solo, material novo do Incubus e o dia que conheceu Prince

 Entrevista traduzida com Brandon para NME



Brandon Boyd do Incubus, fala sobre a vida no lockdown, novo material solo e o dia em que conheceu Prince.

 

O vocalista falou com a NME sobre aniversários de álbuns, novas músicas e as canções que ele odeia cantar.




Como muitos artistas durante a pandemia do coronavírus, o Incubus têm aproveitado ao máximo seu tempo no confinamento. Eles lançaram um novo EP, ‘Trust Fall (Side B)’, retrabalharam sua música de 2004 ‘Agoraphobia’ para a era da quarentena, e o vocalista Brandon Boyd diz que escreveu material suficiente para lançar um novo álbum solo.


Conversamos com Boyd em uma ligação do Zoom de sua casa na Califórnia para falar sobre os shows de aniversário cancelados do terceiro álbum ‘Make Yourself’, seu novo material solo e a época em que Tommy Lee o apresentou a Prince.


Recentemente, você compartilhou uma versão de lockdown acústica de "Agoraphobia", que assume um significado totalmente novo, diante do clima social atual. Você está pronto para voltar para o lado de fora?


 “Por falta de um termo melhor, estou ansioso para voltar ao ... bem, não ao normal. Acho que uma das muitas coisas que essa situação revelou, é que o nosso normal, seja cultural, ou interpessoal, ou pessoal, estava realmente quebrado.


Estou ansioso para voltar a ser uma banda e estar em uma estúdio junto com meus melhores amigos e tocando música. Mesmo se não houver objetivo, entende o que quero dizer? Fazer música é uma parte tão importante da minha vida e é realmente o que eu mais sinto falta. Tenho saudades da proximidade e da comunicação e de estar em uma sala com meus amigos. Eu também sinto falta de abraçar as pessoas. ”




Vocês fariam dois shows da turnê de aniversário de 20 anos do ‘Make Yourself’ no Royal Albert Hall (em Londres) em junho, mas eles foram cancelados por conta da COVID. Há alguma atualização sobre quando eles podem ser remarcados?


“Eles estão em standby indefinido, o que é muito frustrante porque fizemos toda uma turnê do ‘Make Yourself ’nos Estados Unidos e foi incrível. Foi muito divertido fazê-la, então estamos muito animados para levar esse show para o Reino Unido.  Faremos isso, só não sabemos ainda quando. ”


Como você entra nesse estado de revisitar um álbum inteiro do seu passado?


"Você sabe o que... na verdade, pensei que seria mais desafiador do ponto de vista vocal - considerando que eu tinha 22, 23 anos quando escrevemos aquele álbum e minha voz mudou. Não significativamente, mas mudou o suficiente para que certas épocas de nossa banda possam ser bastante desafiadoras de revisitar, como um homem de meia-idade. Mas então começamos a ensaiar no estúdio e tudo meio que voltou rápido. É um pouco como a memória muscular. ”


Há alguma música em seu acervo que você não gosta de tocar?


“Existem muito poucas para dizer a verdade, mas as que são menos agradáveis ​​- e isso vai deixar alguns de nossos fãs mais radicais irritados - são do 'S.C.I.E.N.C.E.' [segundo álbum de 1997]. Acabei percebendo por volta de 22, 23 que não sou um bom gritador. Mas mesmo assim, se eu estiver de bom humor e parar de me levar tão a sério, é muito divertido tocar elas. ”




Você pode nos dizer se há um novo álbum do Incubus a caminho em breve?


“Ah, sim, com certeza, vamos fazer mais discos. É apenas essa situação do coronavírus que nos impediu de ficar no estúdio juntos. Nosso estúdio está desinfetado e cheio de potencial, mas ainda não conseguimos entrar lá. Então, assim que pudermos ir, estaremos escrevendo com muito entusiasmo, porque há todo um universo de coisas sobre as quais escrever. ”


E sobre um novo álbum solo de Brandon Boyd?


“Isso provavelmente vai acontecer mais cedo ou mais tarde, porque eu gastei todo tempo de lockdown gravando canções cover principalmente, que é algo que eu nunca fiz antes.”


Que tipo de covers?


 “As covers - e isso não foi intencional - são quase todas escritas por mulheres. Eu acho que talvez seja uma coisa de voz. Acho que minha voz está mais nesse tom do que quando tento imitar a maioria dos cantores homens. Existem tantas músicas que eu adoraria fazer um cover, mas elas são tão completas por conta própria. Como existem certas músicas de Leonard Cohen que eu sempre quis fazer um cover, existem certas músicas de Jeff Buckley que eu sempre quis fazer um cover, mas essas músicas não precisam de reinterpretação. Se alguém faz isso, geralmente é meio insultuoso. Você fica tipo, ‘Por que você fez isso?’ Tenho procurado músicas para reinterpretar que quase parecem irrealizadas. Eles são bonitas, mas há algo sobre elas que os próprios artistas parecr que não estavam totalmente conscientes, então estou tentando ver através de um olhar diferente. ”


O álbum terá apenas covers ou apenas só algumas?


“Serão principalmente covers. Eu tenho escrito músicas por 30 anos e nunca lancei um álbum ou EP que fosse apenas interpretando as músicas de outras pessoas. Foi tudo um trabalho original. ”




Você acha que vai chegar antes do próximo álbum do Incubus?


“Provavelmente. Está quase pronto. Não vai ser tão envolvente quanto um disco do Incubus, obviamente porque sou eu, sozinho, principalmente tocando um violão com algumas teclas de acompanhamento e minha voz.”


Um dos covers mais memoráveis ​​do Incubus é ‘Let’s Go Crazy’ do Prince. Que tipo de impacto ele teve em você como artista?


“Ele é definitivamente um dos meus artistas favoritos de todos os tempos e acho que quase todo mundo na banda compartilha desse sentimento. ‘Purple Rain’ é um dos meus álbuns favoritos de todos os tempos. O filme Purple Rain foi muito impactante para mim quando era criança porque foi a primeira vez que vi nudez em um filme. Isso deixou uma impressão muito distinta em mim e tenho certeza de que de uma maneira não pequena me fez querer seguir a música. ”




Você já conheceu ele?


“Sim, e de todas as pessoas que me apresentaram a ele, foi Tommy Lee, do Mötley Crüe. Estávamos em algum evento em algum lugar de Los Angeles e Tommy disse, 'Você já conheceu o Prince?' Eu disse que não e ele disse: 'Ele está bem aqui, você quer conhecê-lo?' ‘Sim, Tommy Lee. Me apresente ao Prince.’ Conversamos por cerca de cinco minutos e me controlei para não querer saber tudo dele. Acho que me segurei muito bem. ”


 Sobre o que você falou?


“Não me lembro, acho que posso ter ficado em branco em um determinado momento. Normalmente, quando encontro alguém que é um ícone ou um tipo de herói pra mim, tento ser o mais honesto possível com eles. Eu sou tipo, ‘Você realmente me impressionou quando eu era criança. Eu te amo. Estou fazendo de tudo para não te assustar agora. Posso te abraçar bem rápido?’ Mas com o Prince eu fiquei tipo, ‘E aí, Prince? Bom trabalho, cara.’ Eu estava sendo muito legal e ele provavelmente poderia dizer."



segunda-feira, 27 de julho de 2020

Instagram e Facebook

Passando aqui pra lembrar que nessa época de pandemia, sem shows e aglomerações pela frente, acompanhe o que tem rolado de fotos, videos, lives pela nossa página do facebook e instagram

terça-feira, 12 de maio de 2020

Perguntas e Respostas [Spin Magazine]

Matéria traduzida da Spin Magazine.

Perguntas e Respostas: Incubus fala sobre novo EP, teorias da conspiração e o Darwin Award deste ano.


"Vocês saíram da toca do coelho em alguma dessas teorias da conspiração?" Sua marca registrada, cabelos compridos amarrados em um coque, o vocalista do Incubus, Brandon Boyd, faz uma pergunta para o resto de seus colegas de banda em nossa ligação no Zoom. O resto dos caras - o guitarrista Mike Einziger, o baterista Jose Pasillas, o baixista Ben Kenney e o DJ Chris Kilmore - murmuram algumas variações de "sim" ou "não".

Pasillas balança a cabeça, rindo: "Não tenho tempo para essa merda".

"Há uma incrível ginástica mental acontecendo", reflete Boyd lentamente. “De uma perspectiva psicológica, existe alguma justificativa para as pessoas que pegam elementos desiguais em um só lugar para chegarem a uma forma de teoria, e o fato de não termos uma resposta centralizada e não sabemos em quem devemos confiar, e tudo está tão no ar e caótico, faz sentido que as teorias da conspiração floresçam em um ambiente como esse.”

Como milhares de outras pessoas em todo o país, o Incubus foi forçado a colocar suas vidas na espera enquanto a pandemia do coronavírus continua. Até o momento, as datas da turnê de verão com os colegas de rock dos anos 2000 ainda não foram canceladas, mas Einziger parece incerto se permanecerá assim. "Existe muita movimentação” diz ele.  "Estamos em modo de espera para ver o que vai acontecer, mas tomaremos a decisão que melhor se adequa a nós e nossos fãs. E ao mundo."

O momento é certamente infeliz - no ano passado, estavam comemorando o 20º aniversário de sua estréia de 1999, Make Yourself, com uma turnê extensa e nostálgica. Incluindo ainda mais sua reminiscência da virada do século, a turnê dupla do Incubus com 311 visa celebrar a primeira vez que os dois artistas se uniram em 20 anos - sem mencionar o trigésimo ano do Omaha como banda.

Além disso, o Incubus lançou o Trust Fall (Side B) em abril  um EP curtinho de cinco músicas que mistura hard rock, funk e eletrônico com a mesma perfeição que os primeiros lançamentos da banda, bem como o jogo de palavras filosofalista de Boyd. Em quarentena, os caras do Incubus conversaram com a SPIN de suas casas no sul da Califórnia sobre como estão se mantendo presos, por que existem teorias da conspiração e se eles farão ou não uma turnê de aniversário do Morning View de 2001.


Até que ponto vocês conseguem entrar na mesma sala, se é que isso existe?

Mike Einziger: Sim, não estamos fazendo isso no momento. Estamos todos em casa, e é realmente divertido, porque estamos colaborando apenas na superestrada da informação.

Brandon Boyd: Você sabe o interessante é que o modo como colaboramos durante esse bloqueio não é muito diferente do que normalmente fazemos, antes de entrarmos juntos numa sala. Às vezes, começamos a trabalhar dessa maneira, mas muitas vezes começamos a enviar idéias de um lado para outro apenas através de arquivos de MP3, anotações de voz ou telefonemas com alguém, tipo: “Veja isto! La la la la la la la la [risos].”  Então, eventualmente, vamos ao estúdio.

Mas provavelmente posso falar por todos quando digo que gostaríamos de entrar juntos no estúdio. Mas acho que não confiamos um no outro o suficiente. Somos um bando de caras sujos, sem lavar as mãos. (Risos)

Einziger: Sim, acabamos de fazer um vídeo em que gravamos todas as partes de áudio, uma em cima da outra, de um lado para o outro.

E quando vocês não estão fazendo música? O que vocês têm feito para passar o tempo em quarentena?

Einziger: Eu tenho filhas gêmeas que têm quase três anos e são muito divertidas.  Isso mostrou uma oportunidade única de poder passar muito mais tempo com elas do que eu seria capaz. Eu sou um pai super duro e tem sido muito divertido. Jardinagem e culinária, o que é ótimo, porque não pedimos comida e tentamos ir ao supermercado o mínimo possível. Eu tenho me tornado muito bom em cozinhar pad thai. Essa é a minha coisa nova.

Voltando a 2015, vocês podem me falar sobre a criação do primeiro EP Trust Fall?

Boyd: Quando começamos a Trust Fall (Lado A), não tínhamos planejado escrever e gravar, e então uma daquelas salas no complexo de Hans [Zimmer] ficou disponível. Certo, Mike?

Einziger: Sim, na verdade não tínhamos planos naquele momento, e começamos a nos reunir para fazer música. Aconteceu naturalmente, e como um espaço de estúdio que de outra forma não estaria disponível se tornou disponível, essa foi uma oportunidade única. Então, todos nós meio que nos juntamos e foi isso que se tornou esse EP.

Boyd: E então o Trust Fall (Lado B) emergiu de um espaço que criamos e se tornou disponível para nós, ao invés de pegar esmprestado ou pagar por um espaço, por tanto tempo. Na história dessa banda, sempre confiamos na disponibilidade de lugares - seja em um estúdio de ensaio ou em uma sala de estar em uma casa que alugamos ou algo assim. Mas, na verdade, acabamos criando um espaço no vale de San Fernando e como um lugar que acabamos de chegar. Criamos tipo um horário de trabalho, cinco dias por semana, e entramos lá e apenas escrevíamos.

É interessante porque sei que muitas bandas podem se relacionar com essa ideia de ter seu espaço para fazer música. É parte da razão pela qual, na minha opinião, a música eletrônica se tornou tão popular e tão acessível - porque elimina a necessidade de um estúdio de ensaio. Você pode fazer músicas que todos possam ouvir, colocando o laptop na sala de estar. Agora estamos oficialmente na velha escola, no sentido de que gostamos, conectamos guitarras, microfones e outras coisas e fazemos muito barulho quando estamos fazendo o que estamos fazendo [Risos].  Portanto, é necessário uma sala que tenha um nível relativo de isolamento acústico e que não perturbe outras pessoas.

Ben Kenney: E nenhum de nossos pais nos deixará mais usar a garagem deles.

Houve alguma discussão sobre por que vocês fariam dois EPs, ao invés de um LP?

Chris Kilmore: Sim, eu tenho uma teoria sobre isso. Quando começamos o Trust Fall [Lado A], estávamos entre gravadoras. Acabamos de sair da Epic e ainda não tínhamos contrato com a Island. Nós estávamos fazendo isso sozinhos. Então, acho que quando fomos deixados por nossa conta sem uma gravadora dizendo: "Precisamos de um álbum completo" - quem sabe o que sai de nós? Qualquer coisa.

Então, esse primeiro objetivo foi o Trust Fall [Lado A].  Sempre quisemos fazer o [lado B] e, anos depois, nos encontramos na mesma situação. Estávamos fora da Island e estavamos em lugares intermediários e tínhamos nosso próprio espaço. Então nos juntamos e começamos a escrever músicas. E eu acho que para nós, pensamos que era uma boa oportunidade para terminar o Side B, e nos encontramos em um lugar semelhante em relação às gravadoras.

Boyd: Também existe um fato geral em nossa banda sobre a maneira como as pessoas consomem música agora. A maioria das pessoas nem sequer escuta um álbum inteiro, e muito menos compra um álbum. Portanto, a conscientização do mercado em que estamos atuando é parte da decisão de liberar materiais mais curtos. Ao fazer dois lados de um EP, estamos meio que fazendo nosso bolo e comendo também. Acho que somos construídos como um grupo de LPs, pois somos, mais uma vez, decididamente antigos. Sei que gosto de pensar de forma mais longa, mas também entendo que a maioria das pessoas não digere mais músicas dessa maneira.

E o nome “Trust Fall” parecia certo o suficiente para se sustentar por cinco anos?

Boyd: Acho que me encontrei em um momento da vida em que estava tendo problemas para avançar da maneira que tinha avançado anteriormente. E cheguei a um entendimento, essencialmente como uma experiência psicodélica, de que a única maneira de conseguir seguir adiante com sucesso era me virar e me render em um processo que era maior que eu. Fazer isso parecia um exercício de queda da confiança da velha escola. Mas era o que estava acontecendo de uma maneira psicológica e espiritual.

Certo. Sei que isso foi escrito bem antes da situação atual em que nos encontramos, mas esse sentimento certamente se aplica agora, mais do que nunca, em um sentido universal.

Boyd: Sim, podemos relacionar isso diretamente com a situação atual. Você sabe, colete o máximo de informações disponíveis, o melhor possível, mas depois de um certo ponto, apenas um pensamento linear poderá levá-lo aonde você precisa. Há sempre um momento em que você terá que se render a um processo maior e dizer "Aqui vamos nós!" Como o jovem pássaro pulando do ninho [risos]. Eventualmente, você precisa fazer isso - para que seu ninho não se torne um lugar podre e repugnante, onde nada vive.

E não estou falando para sair de casa antes do que deveríamos. Espero que as pessoas sejam mais cautelosas do que apenas: “Vamos fazer tudo voltar a funcionar", só porque estamos cansados ​​de estar em casa. Ainda não é uma razão suficiente para fazer isso, na minha opinião.

Algumas figuras públicas responderam a essa crise postando vídeos colaborativos bastante emotivos, que parecem um pouco surdos. Enquanto o público aparece, qual você acha que é a maneira mais clássica de alcançar seus fãs e seguidores?

Einziger: É realmente apenas uma conexão com as pessoas. Se você é legal e suas intenções são boas e gentis, não acho que as outras coisas sejam necessariamente problemas, por si só.

Boyd: Vivemos um tempo de cultura de destaque e enormes desigualdades culturais, e a Internet meio que nivelou o campo de jogo no que diz respeito às percepções. Então, você pode ter uma pessoa vendo celebridades cantando “Imagine” e sendo tocada por ela, e então você pode ter um monte de outras pessoas por aí como, “Que porra é essa?  Isso é um cavalo na sala de estar? Eu moro em uma caixa de sapatos! E você tem que levar essas coisas em consideração. Desculpe, Mike, eu te interrompi. Continue.

Einziger: Não, eu estava dando a minha opinião positiva e cor de rosa sobre ser gentil [risos]. E, você sabe, você está absolutamente certo. As pessoas interpretam as coisas de maneiras totalmente diferentes e, mesmo que suas intenções sejam ótimas, às vezes não é assim que suas intenções são recebidas. Para melhor ou para pior, é assim que o mundo é.

Boyd: É um momento maravilhoso para as pessoas - usarei o eufemismo, pessoas de recursos específicos - é realmente um bom momento para usar alguns desses recursos para ajudar o melhor possível.  Não apenas seja bem-intencionado, mas tente mover a agulha um pouco. Sei que, quando mostramos algo, tentamos o nosso melhor - não apenas com boas intenções, mas com maiores intenções de gostar de arrecadar dinheiro. Nós arrecadamos um monte de dinheiro para o No Kid Hungry no lançamento do nosso EP.  E acho que quando pessoas de recursos específicos podem fazer coisas que beneficiarão outras pessoas que não sejam elas mesmas ou seus próprios egos frágeis, acho que provavelmente é uma boa jogada a se fazer agora. Eu também acho que precisamos aliviar as pessoas que são meramente bem-intencionadas, sabe?

Com certeza. Falando nos planos de turnê um pouco - sei que recentemente vocês tiveram que adiar algumas datas no exterior devido à pandemia. Até agora, a turnê de verão com 311 ainda está programada para começar em julho. Vocês acham que realmente conseguirão pegar a estrada até lá?

Einziger: Ainda não anunciamos ou mudamos formalmente nada. Porque existem muitos fatores e questões nessa situação que estão muito além do nosso controle. Nossa prioridade mais importante é realmente a segurança, por isso, se houver algum problema de segurança - o que parece haver -, isso será prioridade para nós. Mas sim, existem muitas coisas em movimento. Estamos em modo de espera para ver o que vai acontecer, mas tomaremos a decisão que melhor se adequa a nós, nossos fãs e o mundo. Definitivamente, não queremos representar nenhum tipo de perigo para as pessoas.

Boyd: Não queremos ser o notório Mike Pence da Mayo Clinic.

Einziger: Ele ganhou um prêmio Darwin por isso [risos].

Boyd: O que diabos você está fazendo [risos]? Além da ótica disso ...

Einziger: Na liderança geral - nem todos - existem algumas boas decisões sendo tomadas por aí, mas cara.

Boyd: Mas não do alto escalão [risos].

Einziger: Sim. Os prêmios Darwin estão sendo distribuídos no momento. Pessoas estão morrendo. É tudo tão fodido, cara.

Também há a dor de as pessoas não poderem trabalhar, pagar suas contas e sustentar suas famílias, o que é uma posição horrível para se estar. Portanto, é como, na perspectiva deles, eles estão esperando que isso acabe. E há também uma perspectiva científica, que, se não for entendida, a coisa toda é uma conspiração. Se você realmente não entende o que está acontecendo do ponto de vista científico, isso parece uma teoria da conspiração para algumas pessoas, o que é bastante lamentável, porque realmente custará a vida das pessoas.


Sabe, eu adorei ver vocês tocarem o Make Yourself na íntegra no Greek Theater no ano passado. Supondo que os artistas possam tocar grandes shows ao vivo novamente no próximo ano - vocês fariam uma turnê de aniversário do Morning View em 2021?

Boyd: Seria muito divertido fazer uma turnê do Morning View. Acho que fizemos uma vez, não é?  Naquele espaço artístico de La Brea? Não tocamos o Morning View inteiro?  [O grupo confirma "sim".]

O que foi incrível para mim no Make Yourself e tocá-lo 40 e poucas vezes... Havia tantas coisas legais nisso, mas não menos importante é que era divertido todas as noites tocar esse álbum do início ao fim. Temos outros álbuns que não são tão divertidos de tocar do começo ao fim. Existem certas músicas, tipo "Ugh, Deus, aqui vamos nós com esta".  É ótimo termos feito algo há mais de 20 anos que ainda é agradável de executar. E então, obviamente, eu acho que é óbvio que é incrível levar essa experiência a tantos lugares diferentes e fazer com que o público fique feliz em ouvir um disco com mais de 20 anos de idade e muito entusiasmado por ter essa experiência com a gente. Não pode ser exagerado o suficiente. Foi uma coisa muito, muito especial. Estou feliz por você estar no Greek Theater.  Lembro daquele show ter sido muito divertido.

Kenney: Oh Deus, eu sinto muita falta de shows agora.